Escrita (interrompida) em tempos de apocalipse: sofrer, sobreviver e reconstruir (Lamia Moghnieh)
Este texto é parte de um projeto editorial construído em uma parceria entre o coletivo desorientalismos, a n-1 edições e o Núcleo Psicanálise e Laço Social no Contemporâneo (Psilacs) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Uma seleção de textos
5. PSICANÁLISE NA PRAÇA DA ALFÂNDEGA
“Psicanálise na Praça da Alfândega” é um coletivo de psicanalistas de Porto Alegre, que desde 2018 propõe um trabalho independente, de escuta analítica, no espaço público da nossa cidade. Com a intenção de transpor os muros dos gabinetes e possibilitar um
4. QUIMERA: CIRCULANDO AFETOS
Ocupação cultural que integra projetos de artes, educação e saúde mental em diálogo aberto e horizontal com o território do Engenho do Mato. https://issuu.com/n-1publications/docs/rede_quimera_
3. DISPOSITIVO XICA MANICONGO
O Dispositivo Xica Manicongo é uma prática clínica e política da psicanálise. Simboliza a escuta de corpos dissidentes, racializados e marginalizados. Propõe uma psicanálise implicada e ampliada em seus pressupostos de Freud à Lacan, que reconhece as dimensões raciais, sociais
2. PONTES DA PSICANÁLISE
O Coletivo Pontes da Psicanálise é um coletivo recifense que realiza escutas e roda de estudos em psicanálise a partir de uma perspectiva decolonial, territorial e antirracista. Atua em espaço público, na Praça do Derby, propondo uma prática clínica e
E se o esgoto falar? (Ana Gebrim)
Este texto é parte de um projeto editorial construído em uma parceria entre o coletivo desorientalismos, a n-1 edições e o Núcleo Psicanálise e Laço Social no Contemporâneo (Psilacs) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Uma seleção de textos
“Não é uma guerra” (Rashid Khalidi)
Este texto é parte de um projeto editorial construído em uma parceria entre o coletivo desorientalismos, a n-1 edições e o Núcleo Psicanálise e Laço Social no Contemporâneo (Psilacs) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Uma seleção de textos
A guerra atual é moldada pelo passado (Entrevista com Avi Schlaim)
Avi Schlaim é um dos chamados “novos historiadores” israelenses, que com a abertura dos arquivos renovaram inteiramente a pesquisa sobre as relações entre o nascente Estado de Israel e os palestinos. Com 78 anos, ele falou por vídeo de sua
“Reconhecer um Estado palestino é reconhecer alguém que está morrendo” (Rami Abou Jamous)
Muita gente me pergunta minha opinião, e a dos palestinos de Gaza, sobre o reconhecimento do Estado palestino pelo Reino Unido, Canadá e Austrália, e depois pela França. A opinião dos palestinos de Gaza? Eles estão se afogando em sofrimento.
Se estas palavras chegaram até vocês… (Guideon Levy)
“Se estas palavras chegaram até vocês, saibam que Israel conseguiu me matar e silenciar minha voz”, escreveu em seu testamento o jornalista Anss Al-Sharif. “Deus sabe que dediquei todo esforço e força que estavam ao meu alcance para ser um