A Coletânea de Dramaturgias de “A marcha das mulheradas” é resultado do projeto “A Marcha da Mulherada”, contemplado pela 42ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo. O projeto aconteceu de março de 2024 a abril de 2025 e constituiu-se como um programa de pesquisa e construção dramatúrgica a partir de processo colaborativo, gerando a redação de cinco peças inéditas. Transformado em “A Marcha das Mulheradas”; a Coletânea é organizada por Cibele Forjaz e reuniu pessoas cis, trans, não binárias, brancas, não brancas, pretas e indígenas em retomada, em sua grande maioria autoidentificadas como mulheres.









